facebooktwitter2FlickrYouTube

Português (Brasil)English (United Kingdom)Español(Spanish Formal International)
Abertura com solos em BH

Cinco coreografias premiadas e de diferentes países compõem o programa de abertura do VIVADANÇA na capital mineira, terça-feira, dia 1º de maio

solos noticias_0kDepois de sucesso em Salvador, as cinco obras coreográficas Solos Stuttgart chegam a Belo Horizonto como um dos destaques da programação do VIVADANÇA Festival Internacional. O conjunto de obras abre a mostra na capital mineira, do dia 1º de maio (terça-feira), às 20h, no Teatro Oi Futuro Klauss Viana, com ingressos a R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). A programação em Belo Horizonte se prolonga ate o dia 6 de maio, com um total de cinco mespetáculos. Já em Brasília, os Solos Stuttgart se apresentam no dia 4 de maio (sexta-feira), também às 21h e com ingresso no mesmo valor.

A sessão traz coreografias de cinco países, cinco vencedores e finalistas do Internationales Solo-Tanz-Theatre Festival, concurso de solos no qual participam jovens bailarinos e coreógrafos de diversas partes do mundo e que acontece anualmente na cidade alemã de Stuttgart.

Suas coreografias são caracterizadas pela busca de novas formas de expressão e uma linguagem de movimento individual, mas também por tradições culturais de sua terra natal, em produções com ideias inovadoras e percorrendo temas da atualidade. Países cuja produção em artes cênicas contemporâneas geralmente não é vista no Brasil estão representados neste conjunto de solos.

Entre as obras premiadas, estão En Opposition avec Moi, de Ahmed Soura, do Burkina Faso, e Susurros Raídos, Ángulos de Furia, coreografada por Laura Vera e interpretada por Geovanni Pérez, do México. A primeira transforma em movimento um jarro no ar, a água que flui e a influência da luz que deixam marcas no deserto. Já a coreografia mexicana conta a história de um homem que, reduzido à condição de um animal em uma gaiola, se mantêm vivo com apenas seus breves momentos de memórias, onde os sussurros da sua vida em liberdade o salvam por um momento da prisão e lhe permitem ser humano.

Já o solo Doroga, de Ioulia Plotnikova, da Rússia, mostra o caminho de uma mulher em seu misterioso ser e nos carrega em sua jornada através de suas experiências e sentimentos; No Time to Fly Off, de Valentina Moar, da Itália, busca a tridimensão e encontra a dimensão emocional na qual não há regras de movimento na concentração do próprio corpo e na possibilidade de seu desenvolvimento; e When the Last Candle is Blown Out, de Katarzyna Sitarz, da Polônia, tenta mostrar que sonhos são parte de nossas vidas, o outro lado do espelho.

Fotos de João Milet Meirelles