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Para se emocionar - e falar com Deus

Agnes Cardoso

Salvador, cidade da música, precisa também se projetar como a cidade da dança. Nós, baianos, temos a dança na alma. Não precisa ser bailarino. Basta se emocionar, como acontece comigo. Mais felizes ainda os que podem mostrar nos palcos e nos salões os seus movimentos com técnica, talento, habilidade, estilo e criatividade.

Por isso, eventos como o  VIVADANÇA Festival Internacional são um vigoroso alimento: trazem os artistas e o público para a dança, com váriosa espetáculos, debates, pesquisas e reflexões. Salvador é, sim, a cidade da dança. Só precisa de mais incentivos e apoio. Profissionais ou amadoras, do clássico ao contemporâneo, muitas companhias e escolas locais já têm a sua história, como o Balé Teatro Castro Alves (BTCA), o Viladança, o Balé Folclórico da Bahia, a Escola de Dança da Funceb, a EBATECA, o Ballet Rosana Abubakir e a Escola de Ballet do Bahiano de Tênis.

Que venham mais, de todos os cantos, das escolas públicas, dos bairros, das ruas, das casas... A dança é vital e social. E dançar, já foi dito, é falar com os deuses.

Agnes Cardoso é jornalista

 

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